Data: 09/02/2026
Entrevistas com novos integrantes dos Conselhos Fiscal e Deliberativo destacam expectativas, desafios e o compromisso com a governança do Instituto.
Recentemente, o Cibrius recebeu novos membros para seus Conselhos, reforçando sua estrutura de governança. Nesse contexto, o Instituto entrevistou Sérgio Vieira Cunha, titular do Conselho Fiscal, e Diego Luis Minsky, suplente do Conselho Deliberativo. Ambos são empregados da Conab e iniciam sua atuação nesta nova etapa, compartilhando a seguir suas expectativas e percepções sobre o papel que passam a exercer no Instituto.
Entrevista | Diego Luis Minsky
Suplente do Conselho Deliberativo
1. O que motivou sua participação para integrar o Conselho do Cibrius? Como foi o primeiro contato com a Entidade?
Minha motivação para integrar o Conselho Deliberativo do CIBRIUS é enraizada no interesse pelo mercado financeiro, que despertei aos 16 anos e cultivei por oito anos como sócio de um escritório de investimentos em Florianópolis, onde lidava com análise de portfólios e orientação a clientes sobre alocação de recursos. Ao ingressar na CONAB, minha curiosidade natural me levou a investigar imediatamente o plano de previdência complementar da entidade: busquei entender sua governança, rentabilidade histórica, política de investimentos diversificada e condições atuariais. Posteriormente, surgiu não só minha vontade espontânea de contribuir ativamente, mas também o incentivo de colegas da CONAB para que de alguma forma eu participasse. Aceitar essa nomeação é, para mim, uma oportunidade de alinhar minha experiência prática ao compromisso coletivo de proteger o futuro dos empregados e da CONAB.
“Aceitar essa nomeação é uma oportunidade de alinhar minha experiência prática ao compromisso coletivo de proteger o futuro dos empregados.”
2. Ao longo da sua trajetória como empregado da Conab, quais aprendizados profissionais e humanos considera mais relevantes para a atuação em um Conselho de Previdência Complementar?
Ao longo da minha trajetória como empregado da CONAB, em papéis que vão desde pregoeiro em licitações até a área operacional da Companhia, identifiquei como aprendizados mais relevantes a ética e a responsabilidade, pois estamos lidando diretamente com o futuro financeiro de centenas de famílias – um patrimônio que exige decisões transparentes e imparciais. Vejo também que muitos colegas da CONAB estão navegando a delicada fase de transição para a aposentadoria, enfrentando incertezas sobre renda complementar, e percebi que promover workshops e materiais educativos, como os disponíveis no portal do CIBRIUS, é essencial.
3. De que forma sua experiência com finanças, gestão ou tomada de decisão estratégica pode contribuir para o fortalecimento da governança e da sustentabilidade do Cibrius no longo prazo?
Vejo que minha experiência em finanças, gestão e tomada de decisão estratégica – desde a gestão de portfólios no mercado financeiro até análises de risco na CONAB – me permite contribuir com a governança e sustentabilidade de longo prazo do CIBRIUS. Acompanho diariamente o mercado financeiro investindo não só meus recursos pessoais, mas também os de familiares, o que me mantém atualizado frente a desafios como volatilidade de juros, transição para ESG e inovações em ativos digitais. Assim, contribuirei para um CIBRIUS resiliente, capaz de ampliar reservas e honrar compromissos mesmo em cenários adversos, beneficiando gerações futuras de conabianos.
4. Olhando para o momento atual, quais desafios e oportunidades você vê para o Cibrius na condução da previdência complementar?
Olhando para o momento atual, o CIBRIUS enfrenta desafios típicos da previdência complementar fechada, como a adaptação contínua às resoluções da PREVIC, além da necessidade de captação e retenção de participantes em um contexto de concorrência com PGBL/VGBL abertos. Há também o desafio de educação financeira, pois muitos empregados ainda hesitam em aderir devido a mitos sobre riscos e dificuldades de poupança. Por outro lado, as oportunidades são amplas: crescer o Plano CONAB FamíliaPrev – aberto não só a empregados da CONAB, mas a familiares e até terceiros –, ampliando a base de assistidos e diversificando riscos, além de intensificar campanhas educativas via regionais e portal online, atraindo os novos concursados.
5. Que mensagem gostaria de deixar aos participantes e assistidos sobre a atuação do Conselho?
Como conselheiro deliberativo suplente recém-empossado, já percebi o quanto a diversidade de profissionais e representantes no Conselho Deliberativo e Fiscal do CIBRIUS é um ativo estratégico: todos trazem visões complementares para cumprir rigorosamente os objetivos estatutários, resguardando o futuro financeiro de participantes e assistidos com excelência. Vejo que a atuação aqui visa não só honrar benefícios de aposentadorias, mas também fortalecer a sustentabilidade do plano por meio de educação contínua e inovação, garantindo que cada contribuição se transforme em segurança e prosperidade na terceira idade.
6. Qual recado quer deixar para os novos empregados da Conab?
Novos colegas, em finanças repetimos como mantra que o tempo é um fator poderoso, senão o maior – nos investimentos, graças à magia dos juros compostos, onde começar cedo multiplica seus ativos. Ingressem no plano agora, dobrando o impacto de sua contribuição com contrapartida da patrocinadora; é uma previdência fechada inteligente, com gestão paritária, investimentos conservadores e benefícios fiscais que superam opções abertas. Estamos à inteira disposição nas regionais da CONAB e via portal do CIBRIUS para esclarecer dúvidas, simular cenários personalizados e facilitar seu ingresso imediato, não adiem o planejamento do seu futuro financeiro.
Entrevista | Sérgio Vieira Cunha
Titular do Conselho Fiscal
1. O que motivou sua participação para integrar o Conselho do Cibrius? Como foi o primeiro contato com a Entidade?
Minha motivação para participar do Conselho do Cibrius surgiu a partir da oportunidade oferecida pela patrocinadora, por meio de um processo seletivo para indicação de novos membros aos Conselhos Fiscal e Deliberativo. Ao conhecer melhor o edital e o Estatuto do Cibrius, identifiquei-me especialmente com as atribuições do Conselho Fiscal, o que reforçou meu interesse. Fiquei muito satisfeito por ter sido selecionado para integrar esse Conselho. Já o meu primeiro contato com a entidade foi como participante, no ano de 2015, quando os novos funcionários da Conab puderam aderir ao Cibrius. Permaneci nessa condição até meados de 2025, quando me candidatei e fui selecionado para integrar o Comitê de Investimentos. Essa experiência ampliou minha visão sobre a importância da entidade e me permitiu acompanhar de perto a forma responsável, criteriosa e consistente com que o Cibrius administra os recursos de seus participantes.
“Acompanhar de perto a forma responsável e criteriosa com que o Cibrius administra os recursos reforçou minha confiança na entidade.”
2. Ao longo da sua trajetória profissional, quais aprendizados considera mais relevantes para a atuação em um Conselho de Previdência Complementar?
Ao longo da minha trajetória profissional, não só na Conab, adquiri aprendizados que considero fundamentais para a atuação em um Conselho de Previdência Complementar. Do ponto de vista profissional, destaco minha experiência contábil, especialmente na análise de balanços, conferência de relatórios e avaliação de controles internos, sempre com o objetivo de assegurar conformidade com os normativos vigentes. No aspecto humano, acredito que posso contribuir com integridade, imparcialidade e senso de responsabilidade, atuando de forma técnica, competente e com zelo em relação às informações às quais terei acesso.
3. De que forma sua experiência pode contribuir para o fortalecimento da governança e da sustentabilidade do Cibrius no longo prazo?
A experiência adquirida ao longo da minha trajetória profissional permite contribuir de forma direta na análise e avaliação dos demonstrativos financeiros e contábeis, bem como no acompanhamento dos resultados e da sua aderência às políticas internas do Cibrius. Ademais, a atuação no Comitê de Investimentos ampliou minha compreensão sobre o equilíbrio entre segurança, rentabilidade e sustentabilidade, fatores essenciais para o fortalecimento da governança, da solidez institucional e da confiança dos participantes na entidade.
4. Olhando para o momento atual, quais desafios e oportunidades você vê para o Cibrius?
O principal desafio do Cibrius consiste em rentabilizar os recursos investidos pelos participantes de forma consciente, responsável e alinhada às boas práticas de governança. Como oportunidade, destaca-se a possibilidade de ampliar a base de participantes, especialmente diante do crescente debate sobre previdência complementar e da maior conscientização da população quanto à importância do planejamento para a aposentadoria.
5. Que mensagem gostaria de deixar aos participantes e assistidos?
O Conselho é composto por profissionais capacitados, comprometidos e engajados em fortalecer a continuidade do Instituto, elevando os padrões de governança e transparência. A atuação ocorre de forma diligente e responsável, sempre com o objetivo de resguardar o patrimônio dos participantes e assistidos, assegurando a sustentabilidade e a perenidade da previdência complementar.
6. Qual recado quer deixar para os novos empregados da Conab?
Aos novos colegas que ingressarão na Conab, incentivo que aproveitem esse importante benefício oferecido pela Companhia. O grande diferencial de uma previdência complementar fechada é a contribuição paritária da patrocinadora, o que potencializa a formação da reserva previdenciária. Além disso, a adesão ao plano pode ser utilizada como instrumento de planejamento tributário, permitindo a dedução de até 12% da renda bruta anual na base de cálculo do Imposto de Renda.